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Factos sobre a Dinamarca e a crise dos refugiados

Factos sobre a Dinamarca e a crise dos refugiados

• A Dinamarca tem metade da população de Portugal. Foi um dos dez Estados-Membros da UE que receberam o maior número de refugiados em 2015. A Dinamarca estima receber 20 % mais em 2016, o que seria equivalente à UE receber mais de 2 milhões de refugiados todos os anos.

• A nova lei da Dinamarca aumenta para até 3 anos o tempo de espera para reagrupamento familiar. Há limites para o número de refugiados a receber com sucesso e ao mesmo tempo manter a coesão social.

• A Dinamarca é um dos países mais igualitários e com um Estado Social mais generoso. Nós temos por princípio apoiar aqueles que não podem cuidar de si mesmos, mas não aqueles que podem.

• A nova lei estatui que os requerentes de asilo que tragam consigo quantias de dinheiro superiores a 1340€ terão de contribuir para os serviços prestados. Este valor de 1340€ aplica-se também aos dinamarqueses que solicitam prestações sociais. Com a nova lei não existirá discriminação a este respeito.

• A maioria no Parlamento Dinamarquês acredita que 1.340 € é um limite justo. Outros países europeus têm regras semelhantes onde o limite é, por ex., de 750€ ou 350€ - o que por si demonstra as diferentes abordagens existentes para esta questão.

• A Dinamarca tem uma longa e orgulhosa tradição na ajuda aos refugiados. Ajudámos Judeus a fugir durante a Segunda Guerra Mundial. E ajudámos refugiados Portugueses antes da revolução.

• A Dinamarca é um dos únicos 5 países do mundo a cumprir a meta de pelo menos 0,7% PNB dedicado à ajuda ao desenvolvimento, estabelecida pela ONU.

• A Dinamarca é um dos líderes em ajuda humanitária: entre 2010 e 2015, a Dinamarca contribuiu com 1.5 mil milhões € para assistência humanitária. Em Setembro de 2015 contribuiu com mais 100 milhões de euros para iniciativas conjuntas europeias que visam a crise migratória.

• A Dinamarca é o maior dador para o EU Regional Protection and Developement Programme que é implementado no Líbano, Jordânia e Iraque.

• Estamos diante de um problema com refugiados que requer soluções europeias. No entanto, as soluções a nível europeu não são suficientes por si só e o Governo dinamarquês assume por isso de forma muito séria a sua responsabilidade.